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Ano de Copa é ano de trocar de TV e ver aos jogos nos mínimos detalhes. Para quem está desatualizado sobre as opções disponíveis atualmente no mercado o primeiro passo é saber quais são as melhores marcas de TV presentes no Brasil e entender o que cada uma delas pode entregar em seu catálogo de aparelhos. Conheça ou saiba mais sobre as principais marcas de TVs e quais são suas vantagens e desvantagens.

A Samsung é uma gigante sul-coreana da tecnologia fundada em 1938, que se consolidou como uma das principais empresas globais ao atuar em diversos segmentos, como smartphones, eletrodomésticos, semicondutores e soluções digitais, sempre com foco em inovação e desenvolvimento tecnológico. No mercado de TVs, a marca se destaca como líder mundial há anos, sendo referência pela evolução constante de tecnologias como QLED, Neo QLED e MicroLED.
A Samsung faz uso em suas TVs do sistema operacional Tizen, desenvolvido pela prória Samsung e que apresenta boa fluidez na navegação entre APPs, conectividade facilitada com outros aparelhos da Samsung e biblioteca de aplicativos ampla.
A porta de entrada da marca continua sendo a linha Crystal UHD (série UT e as novas de 2026). São modelos focados em custo-benefício, com painéis LED 4K de 60 Hz e tamanhos que variam de 43 até impressionantes 98 polegadas.
O grande salto em 2026 foi a introdução de uma linha Mini LED de entrada (como os modelos M70H e M80H), que oferece um controle de contraste superior ao LED convencional, mas com um preço mais agressivo que a linha Neo QLED.
Ambas as categorias agora contam com o Samsung Vision AI Companion, permitindo que a TV aprenda as preferências de imagem e som do usuário ao longo do tempo.
A linha Neo QLED continua sendo o pilar de brilho extremo da Samsung. Utilizando Quantum Mini LEDs (40 vezes menores que um LED comum), esses modelos como a QN85H e QN90H são ideais para salas brasileiras com muita iluminação natural, graças ao alto pico de brilho e ao revestimento que minimiza reflexos.
Diferente de anos anteriores, a Samsung agora possui um catálogo de TVs OLED completo (S85H, S90H, S95H e a premium S99H) e com um diferencial; nos tamanhos de 55″ e 65″, a marca prioriza o QD-OLED, que usa pontos quânticos para cores mais saturadas. Já nos tamanhos de 42″, 48″ e 83″, utiliza painéis WRGB, garantindo opções para todos os espaços.
Além disso a experiencia para jogos também está aprimorada já que estes modelos agora alcançam taxas de atualização de 165 Hz e são totalmente compatíveis com NVIDIA G-SYNC, posicionando-se como monitores gigantes para entusiastas de PC gaming.
Para quem busca integrar a tecnologia à arquitetura, a linha Lifestyle 2026 trouxe refinamentos importantes:
A TV The Frame diferencia por sua tela ajustável que exibe imagens imagens como fotos e obras de arte com tamanha fidelidade que transmitem a sensação de uma quando e em 2026 as inovações passam pelo modelo gigante de 98 polegadas e a manutenção da Tela antirreflexo que elimina o brilho de lâmpadas, fazendo com que a arte digital pareça uma tela real. Outra novidade é o suporte para até 7 anos de atualizações de sistema.
Já a The Serif continua sendo a escolha de quem quer um objeto de design 360º. Com seu formato em “I” e suporte de chão estilo cavalete, a versão 2026 aprimorou o NFC Top View e a integração com o protocolo Matter, servindo como hub central da casa conectada.
Pontos fortes e fracos:
Ponto forte:
Ponto fraco:

Também com originária da Correia do Sul, a LG é uma multinacional sul-coreana reconhecida globalmente por sua atuação em eletrônicos, eletrodomésticos e soluções tecnológicas, com forte foco em inovação, design e experiência do usuário. A marca foi fundada em 1958 e já há muito tempo se destaca por desenvolver produtos que combinam tecnologia avançada com praticidade no dia a dia, especialmente dentro do conceito de casa inteligente. No segmento de TVs, a LG construiu uma sólida expertise ao liderar o desenvolvimento da tecnologia OLED, que oferece pixels autoiluminados, proporcionando os melhores níveis de contraste e excelente fidelidade de cores.
O webOS da LG destaca-se pela fluidez e pela navegação intuitiva baseada em cartões, que organizam aplicativos e serviços de forma organizada. O grande diferencial de hardware é o Magic Remote, um controle presente em alguns modelos da marca, mas que também pode ser adquirido separadamente, que funciona como um mouse sem fio, permitindo que o usuário aponte diretamente para os ícones na tela, o que torna a digitação de senhas e a busca por conteúdos muito mais ágeis do que em sistemas concorrentes.
Além da facilidade de uso, o sistema é um robusto centro de conectividade através do ecossistema ThinQ AI, permitindo controlar dispositivos de casa inteligente diretamente pela TV. Com suporte nativo aos principais assistentes de voz e tecnologias como AirPlay 2, o webOS equilibra um desempenho sólido para streaming com recursos avançados para o público gamer, como menus dedicados para otimização de imagem e latência.
Com opções de tamanhos de tela que vão das 32 as incríveis 92 polegadas, o catálogo da LG é marcado por uma divisão clara entre o LED e o Nanocell de entrada, o QNED entre os aparelhos intermediário e a liderança global em OLED, que é o grande pilar de prestígio da fabricante.
Para quem busca telas grandes sem um investimento tão alto, a LG oferece a linha UHD (como as séries UT8050 e UR8750). São modelos com resoluções 4K e painéis LED tradicionais, operando em 60 Hz. O diferencial aqui não é o brilho extremo, mas o sistema webOS, que em 2025/2026 passou a oferecer o programa “Re:New”, garantindo atualizações de sistema por até 5 anos. Logo acima, a linha NanoCell que tem como um bom exemplar de aparelho a LG NANO80, utiliza uma camada de nanopartículas no painel para filtrar cores impuras, entregando uma fidelidade maior que o LED básico em ambientes controlados.
A categoria QNED é a resposta direta da LG ao QLED. Ela combina as tecnologias Quantum Dot e NanoCell para entregar cores vibrantes e volumes de cor elevados.
Nas versões mais avançadas, como a QNED85 ou QNED90, a LG utiliza o MiniLED. Ao invés dos LEDs tradicionais em pouca quantidade na parte traseira. O painel de MiniLED é composto por milhares de minúsculos LEDs que controlam o contraste por zonas, reduzindo o efeito de “vazamento” de luz em cenas escuras.
Muitos desses modelos já trazem taxas de atualização de 120 Hz a 144 Hz, que define a linha como o meio do caminho exato para quem quer performance em games e esportes sem chegar ao preço do OLED.
Onde a LG mais brilha quando falamos em TVs é na tecnologia OLED. Diferente do LED, aqui cada pixel emite sua própria luz e pode se apagar individualmente, gerando o chamado “contraste infinito” e o preto absoluto.
O catálogo atual de TVs OLED da LG é composto por duas opções, a Serie C, com os modelos C4 e C5 e a Série G (Gallery Edition). As TVs C4 e C5 da linha C de TVs OLED destacam-se pelo equilíbrio entre o bom nível de brilho do painel OLED com recursos relevantes para games, entre eles G-Sync, FreeSync e taxa de atualização de 144 Hz.
Já na linha G que já é projetada para ser instalada na parede como um quadro, o modelo além de contar com todos os benefícios do OLED também conta com tecnologia MLA (Micro Lens Array) que são bilhões de lentes microscópicas no painel que elevam o brilho a níveis bem acima da média do OLED.
Pontos fortes:
Pontos fracos:

A TCL consolidou-se no mercado brasileiro em 2026 ao quebrar o estigma de “marca de entrada”, posicionando-se como uma das referências em painéis de Mini LED em larga escala. Sua estratégia é clara: entregar especificações de modelos entusiastas em faixas de preço que desafiam as categorias intermediárias da concorrência.
O sistema Google TV presente em todas as TVs da TCL destaca-se pela interface organizada e pela navegação personalizada, que agrupa recomendações de diferentes plataformas de streaming em uma única tela inicial, sem a necessidade de alternar entre aplicativos. O grande diferencial de software é justamente essa curadoria inteligente de conteúdo, que aprende os hábitos do usuário ao longo do tempo e passa a sugerir filmes, séries e programas de forma cada vez mais precisa, tornando a descoberta de novos conteúdos muito mais prática do que em sistemas concorrentes.
Além da facilidade de uso, o sistema funciona como um robusto hub de entretenimento e conectividade, com o Google Assistente integrado permitindo controlar dispositivos de casa inteligente diretamente pela TV por meio de comandos de voz.
Já há algum tempo a TCL implementou o sistema Google TV em todos os seus modelos, inclusive nas opções de entrada para o ano, como nas atuais P655 e a P755. O grande diferencial do Google TV em TVs mais acessíveis é a conectividade fluida: a interface é centrada no conteúdo, com recomendações inteligentes e o Google Assistente integrado para controle de casa conectada.
Nos modelos básicos, a marca foca também em entregar um combo com preço competitivo e especificações competentes para a faixa de preço, como HDR10+ e designs com bordas metálicas finas, algo raro em modelos de entrada de outras marcas.
É na linha C, tendo a TCL C755 e a nova C855 como suas principais representantes, que a TCL brilha, literalmente. A marca foi pioneira no Mini LED e, em 2026, refinou essa tecnologia para alcançar picos de brilho que superam os 2.000 nits, ideais para salas muito claras.
Ainda dentro da linha C, encontramos especificações promissoras para uso em games já que os dois modelos possuem painéis com 144 Hz nativos (chegando a 240 Hz via software com o Game Accelerator) em modelos muito mais acessíveis que os painéis OLED da concorrência. Isso faz com que a marca deva ser considerada na memória dos usuários de PS5 e Xbox Series X que buscam fluidez máxima sem comprometer o orçamento.
Se há um segmento onde a TCL pretende assumir o protagonismo em2026 é o das telas gigantes. A marca tornou as TVs de 98 polegadas um objeto de desejo possível, oferecendo painéis Mini LED nessas dimensões com preços competitivos em relação ao que é praticado pelas outras marcas.
O destaque do ano é a TCL X11H da Linha X, que traz milhares de zonas de local dimming e tecnologia de som assinada pela Onkyo, transformando a sala em um sem a necessidade de projetores.

A Philips consolidou sua posição em 2026 como a marca da experiência de maior imersão. Enquanto a concorrência foca em pixels e nits, a Philips utiliza a luz e o processamento de imagem para tirar o conteúdo de dentro da tela e espalhá-lo pelo ambiente, criando uma conexão e sensação de conteúdo expandido.
O Titan OS é um sistema operacional para todas as Smart TVs da Philips em 2026. Baseado em Linux e aplicativos web, o Tintan OS foi adotado estrategicamente por marcas como a Philips para garantir maior independência das gigantes de tecnologia e priorizar a longevidade do hardware. Sua principal vantagem reside na performance e leveza, prometendo até 10 anos de atualizações sem perda de fluidez, além de oferecer maior privacidade ao permitir perfis de usuário salvos localmente e maior autonomia financeira para as fabricantes na gestão de publicidade.
Por outro lado, como o sistema prioriza uma arquitetura mais enxuta e independente, sua maior desvantagem pode ser a ausência da vasta biblioteca de aplicativos nativos disponíveis na Play Store do Google TV, além de perder a integração profunda com o ecossistema de serviços e assistentes pessoais da Gigante de Buscas que muitos usuários já estão acostumados.
O coração da proposta da Philips continua sendo o Ambilight. Em 2026, a tecnologia evoluiu para o sistema Ambilight Next Gen, com LEDs individuais na traseira da TV que acompanham cada pixel da borda da imagem com precisão cirúrgica.
Ao projetar luz nas paredes laterais e superior, a TV engana o cérebro, fazendo com que a tela pareça muito maior do que realmente é e reduzindo a fadiga ocular em ambientes escuros. Para quem possui dispositivos de iluminação da Philips, o sistema agora sincroniza nativamente com lâmpadas Philips Hue e dispositivos de áudio, transformando toda a sala em uma extensão do filme ou jogo que está sendo exibido.
O grande segredo da promessa de qualidade de imagem da Philips é o processador P5 Intelligent Picture Engine. De acordo com a marca, a versão com IA de 8ª geração do processador analisa cada frame para otimizar cinco pilares: fonte, cor, contraste, movimento e nitidez.
O diferencial aqui é o ajuste de cores que para que pareçam mais naturais e cinematográficas, fugindo da saturação excessiva que é comum em outras marcas, principalmente as asiáticas.
Quando falamos nas TVs de alto custo da Philips, as opções ficam dividas em linhas, The One e OLED+.
The One (Série 8800/8900): A linha que abriga os modelos premium mais completos da marca com 144 Hz e Ambilight, voltada para o consumidor que quer tecnologia de ponta (VRR, FreeSync e Dolby Vision) sem o preço de uma tela orgânica.
OLED+ (Série 900): O topo da pirâmide da Philips. Utiliza painéis OLED com tecnologia MLA (Micro Lens Array) para brilho extremo e conta com um diferencial de áudio imbatível: Soundbars integradas da Bowers & Wilkins. É a solução “tudo-em-um” para quem exige fidelidade absoluta de som e imagem. A principal representante da linha para 2026 é a Philips OLED+ 951.

A Hisense consolidou-se em 2025 como a marca do custo-benefício real. Se antes era vista como uma nova opção de entrada, hoje ela ocupa o espaço de quem entrega tecnologias de painel avançadas como o Mini LED em faixas de preço que desafiam as linhas básicas das fabricantes tradicionais. Porém, não se engane com o alcance atual do da Hisense por aqui, pois em outros mercados, como o asiático e o europeu a empresa tem grande penetração e catalogo de produtos extenso, indo de TVs e refrigeradores e aparelhos de climatização.
O grande trunfo da Hisense no Brasil continua está nos modelos A6 e A7, aparelhos da linha 4K de entrada que apresentam brilho acima da média para a faixa de preço com painéis com tecnologia Direct Full Array, que garante uma iluminação mais uniforme por toda a tela, evitando aquelas manchas acinzentadas em cenas escuras.
Outra aposta da Hinsense é a tentativa de popularização das telas maiores, comercializando opções de 75 e 85 polegadas no país por valores que antes que muitas vezes permitiam a compra de, no máximo, TVs de 65 polegadas das marcas líderes de mercado.
Diferente do QLED e OLED, a Hisense possui a tecnologia ULED, porém a sigla semelhante não deve ser confundida com tecnologia de painel. Trata-se de uma nomenclatura comercial própria para um conjunto de tecnologias de aprimoramento e otimização de cor, contraste, brilho e movimento simultaneamente.
A linha ULED pode ser considerada a casa das TVs intermediárias da Hisense com os modelos U6H e U7H que entregam nitidez superior em conteúdos de streaming de baixa resolução, fazendo um upscaling eficiente que valoriza a imagem em 4K.
Para orçamentos maiores, a Hisense oferece a série U8H (Mini LED) como o grande chamariz para o público entusiasta e gamer. O modelo se diferencia por entregar uma experiência visual de impacto, sustentada por um sistema de brilho otimizadoque utiliza milhares de zonas de local dimming. Com picos de luminosidade que rompem a barreira dos 1.500 nits, a U8H é a escolha ideal da marca para ambientes amplos e muito iluminados, onde o controle de reflexos é um fator crítico para a imersão.
Além da performance de imagem, a Hisense posiciona esta linha como um centro de entretenimento interativo através de robustos recursos gamer. A conectividade é um dos pilares diferenciais, oferecendo portas HDMI 2.1 reais que suportam uma taxa de atualização de 144 Hz nativos. Complementando esse hardware, o modo gamer, aqui chamado de Game Mode Pro, otimiza o processamento para reduzir o input lag a níveis competitivos, mas com a escala e o contraste superiores que painéis de Mini LED premium pode oferecer.
A Hisense aposta em uma estratégia dual de software para atender diferentes perfis. De um lado, o sistema próprio VIDAA OS apresenta leveza e velocidade, sendo ideal para acessos instantâneos a apps populares sem travamentos, mas longe de ser a preferência da maioria dos consumidores. De outro, a marca oferece modelos com Google TV, que garante a maior biblioteca de aplicativos do mercado e integração total com o ecossistema Android.

O momento atual da Toshiba é de tentativa de retomar relevância no Brasil. A marca, que já foi sinônimo de durabilidade nas salas brasileiras dos anos 90, hoje se posiciona como uma escolha segura para o consumidor que busca tecnologias acima do básico (como QLED e OLED) com preços mais agressivos que os das líderes sul-coreanas, mantendo o peso de um nome tradicional.
Um ponto fundamental para entender a Toshiba em 2026 é sua operação. Os produtos são fruto da tecnologia global da Hisense (detentora da marca) com a fabricação e distribuição nacional da Multi. Essa união garante que as TVs tragam componentes de ponta e painéis de alta qualidade, mas com uma rede de assistência técnica e logística capilarizada por todo o território brasileiro.
Onde a Toshiba mais ganha tração é no segmento de QLED com sua série M550 que utiliza a camada de pontos quânticos e entrega volume de cor capaz de competir com modelos QLEDs de entrada de Samsung, LG e TCL, mas com um custo por polegada significativamente menor em promoções pontuais.
Outro pont positivo do portifólio da Toshiba está no acabamento dos modelos, mesmo nas TVs mais acessíveis. O visual costuma ser refinado com bordas minimalistas em metal, reforçando a percepção de um produto premium que honra o histórico da marca.
Para o consumidor entusiasta, a Toshiba em 2026 disponibiliza modelos OLED com alto potencial competitivo, posicionando-se como uma excelente alternativa em TVs Premium com valores mais acessíveis. O grande trunfo reside no contraste infinito proporcionado pelos pixels que se autoiluminam, entregando o preto perfeito para quem prioriza o cinema em ambientes escuros. Além da imagem, a marca se diferencia pelo investimento pesado em tecnologia de áudio; muitos modelos integram o sistema REGZA Engine, que otimiza a clareza sonora e resgata a histórica fama de durabilidade e som superior da fabricante.
Assim como a Hisense, a Toshiba aposta no sistema operacional VIDAA, que em 2026 atinge sua versão mais madura, mantendo-se extremamente leve e focado na privacidade do usuário. Esta interface é ideal para quem busca agilidade e simplicidade, evitando menus complexos ou lentidão ao oferecer botões de acesso direto aos principais serviços de streaming, como Netflix, Prime Video e YouTube, diretamente no controle remoto.
Mesmo não sendo o foco central da marca, a Toshiba atende ao público jovem ao integrar recursos de performance em sua linha. Seus modelos intermediários já contam com o Modo Game, que reduz drasticamente o tempo de resposta e oferece suporte a taxas de atualização variáveis (VRR). Isso garante uma experiência fluida e satisfatória para os consoles de nova geração, entregando tecnologia de ponta sem o custo elevado das linhas gamers dedicadas.

A Aiwa consolidou seu retorno ao Brasil em 2026 como a marca da “Simplicidade Conectada”. Apostando no forte reconhecimento espontâneo que construiu nos anos 90 com equipamentos de som, a marca agora foca em televisores que equilibram o essencial tecnológico com um preço extremamente competitivo, ocupando o espaço deixado por outras gigantes japonesas.
Um diferencial crítico da Aiwa em 2026 é a sua origem fabril. Operada pelo Grupo MK (Mondial), a marca utiliza a antiga estrutura da Sony na Zona Franca de Manaus.
Isso reflete diretamente na qualidade de construção: mesmo sendo uma marca de volume, a Aiwa mantém padrões de montagem rigorosos e um design de bordas ultrafinas (apenas 1,4 mm em modelos selecionados) que conferem um visual muito mais premium do que o esperado para sua faixa de preço.
Em um segmento onde as marcas costumam investir menos, a Aiwa busca oferecer especificações pouco encontradas. As TVs da marca de 32 e 43 polegadas possuem HDR10 e Dolby Áudio mesmo em dimensões reduzidas. Além disso, um diferencial voltado à saúde visual é a tecnologia Blue Protect, que reduz a emissão de luz azul para garantir maior conforto ocular durante longas maratonas de streaming e que pode ser um aliado do consumidor que costuma adquirir esses modelos para ambientes secundários como quarto e cozinha.
Nas telas maiores (50″, 55″, 65″ e 75″), a Aiwa deu um salto de software importante. Em 2026, a marca migrou boa parte do catálogo para o Google TV, oferecendo uma interface muito mais fluida e personalizada do que o antigo Android TV.
Dolby Vision e Atmos: Nos modelos topo de linha da marca (como a série BL-01), a Aiwa entrega o “combo de cinema”, garantindo que o usuário aproveite o máximo de cores e som espacial em serviços como Netflix e Disney+.
Conectividade Lateral: Um detalhe de design elogiado em 2026 é o posicionamento de todas as conexões em uma única lateral, facilitando a vida de quem instala a TV em painéis fixos na parede.
Diferenciando-se das rivais, a Aiwa lançou em 2026 modelos de TVs portáteis de 24 polegadas com bateria integrada e tela fosca antirreflexo. Essa proposta atende a um público que busca mobilidade dentro de casa ou em viagens, unindo a funcionalidade de um monitor inteligente com a independência da tomada.
Fazendo jus ao seu DNA, a Aiwa investe pesado no processamento de áudio. Mesmo nos modelos mais finos, a marca utiliza algoritmos de Inteligência Artificial para otimizar o som surround, tentando replicar a experiência imersiva que tornou seus mini systems famosos há três décadas.